
O filme conta a história real de Chris Gardner um vendedor de produtos médicos que após fracassar na venda dos produtos, enfrenta forte crise financeira. Vendendo os produtos que resta, Chris vai de clínica em clínica, como o produto já está “fora de moda” o pouco que ele consegue é para pagar a creche do filho e, sustentar a sua família.
Num desses dias de venda, ele conhece um corretor de valores e lhe entrega seu currículo. De certo, não mostrou muito interesse ao corretor, porém, Chris não desiste e “segue” o corretor até um táxi. Nesse táxi é que começa o início de sua outra vida. Após resolver um cubo mágico durante o “passeio” do táxi, o corretor telefona para a residência de Chris e lhe consegue um estágio. O problema é que o estágio não é remunerado e, é um processo seletivo. Esse é um dos fatores que levaram a sua mulher Linda, a abandonar Chris e seu filho Christopher. Inclusive, por falta de dinheiro, eles são despejados de sua residência e, passam a viver em um motel (e que mesmo assim, não pagam o aluguel... E também são despejados). Por conta disso, passam a dormir em estações de trem, abrigos e, onde quer que consigam refúgio à noite. Nota-se no filme, a luta do pai para dar tudo de bom para seu filho.
A declaração da Independência americana é bastante citada no filme, assim como a frase de Thomas Jefferson inseriu sobre o direito de todos à procura da felicidade. A mensagem do filme é bela, de liberdade, de valores pessoais e integridade. Mesmo sob a situação mais desesperadora que se pode imaginar, Gardner jamais deixou para trás seus valores. Isso serve de lição para muitos sociólogos e intelectuais que forçam uma associação casual, entre pobreza e a criminalidade, como se a falta de dinheiro automaticamente criasse bandidos.
( Thiago Ferreira Sarmento)








